TÊM SIDO INFIÉIS A DEUS E À BÍBLIA
Ao operar dessa forma têm feito com que milhões de pessoas se indignem e deixem de crer em um Ser Supremo.
O fracasso do clero e das igrejas da cristandade, da mesma forma que outras religiões não-cristãs, não significa o fracasso da Bíblia, e tampouco significa que Deus tenha fracassado.
Melhor ainda, a Bíblia nos fala de um Ser Supremo que existe e que se interessa por nós e por nosso futuro.
Mostra como Deus recompensará as pessoas sinceras que se esforçam em fazer o que é correto, que desejam ver a vitória da Justiça e da Paz sobre toda a terra.
Também nos mostra porque Deus tem permitido a maldade e o sofrimento, e como livrará a terra de todos os que causam dano ao seu próximo, assim como daqueles que asseguram serví-Lo porém não o fazem."
(Fim do artigo. Redigido por H. Rodrigues, New York, USA)
Um blog que pretende dar nova visibilidade e entendimento à mensagem de Cristo, fora dos aspectos comuns às doutrinas religiosas. Vamos aprender juntos o que o Cristo realmente nos ensinou.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
O ESPÍRITO DE ENFERMIDADE
Nossa vida é normalmente pontilhada por estados de saúde que se alternam.
Em certas horas estamos com todo o vigor físico, emocional e intelectual.
Em outros momentos estamos com alguma dor de cabeça, cansaço, mal-estar, má disposição, e até mesmo distraídos e desmemoriados.
Isso é normal na vida de cada um de nós, e tem a ver com a necessidade periódica de reposição de energias e nutrientes que são gastos de tempos em tempos.
Existe um método matemático de razoável precisão para determinar quando estaremos bem ou mal dentro de biorritmos físico, emocional e intelectual.
Longe de ser mera crendice, esse método matemático realmente funciona e nos ajuda a detectar precocemente quando serão os nossos períodos ideais e quando serão aqueles contra os quais devemos nos acautelar.
Quando bem usado pode ser de grande valia, especialmente em ambientes corporativos, em locais de trabalho.
Quando mal usado, constitui-se - da mesma forma que o horóscopo, o tarô e outras artes divinatórias - em mais uma prisão das quais já fomos libertos pelo Evangelho das Boas Novas e para as quais estaremos tentando retornar.
Contudo, um bom número de pessoas tende a dar maior ênfase aos períodos normais de deficiência biorrítmica, assumindo um estado patológico perene.
A esse estado de espírito costuma-se chamar de "espírito de enfermidade".
Ele nada tem a ver com o Espírito, ou com uma Alma, mas sim com uma essência sutil, que se manifesta aos poucos e pretende se instalar na mente do ser humano.
Muito pior que o estado de enfermidade, esse "espírito de enfermidade" uma vez instalado, dificulta a cura do estado patológico propriamente dito.
Pessoas que apresentam esse "espírito" de uma forma notória e visível são chamadas de "hipocondríacas".
São reconhecidas pelo fato de conversar apenas sobre suas doenças, acidentes, enfermidades as mais diversas, e de desfilar cicatrizes como se fossem troféus.
Há porém aqueles que nutrem tal "espírito" secretamente, em seu íntimo.
Assim como os espíritos que residiam naquele endemoninhado Gadareno, esse tipo de "espírito" não pode ser doutrinado, e com ele não existe a possibilidade de diálogo.
Para expulsá-los, o Mestre recomenda "jejum e oração".
Vejamos o que significa na prática essa recomendação:
Não se deve fazer jejum apenas por fazer, ou porque alguém disse que "é bom", que "faz bem" ou que "é mandamento".
Nada disso! O jejum traduz-se na busca do domínio sobre o próprio corpo e sobre a mente, e é apenas um exercício, um veículo, uma ferramenta para que o consigamos.
Não se pratica jejum apenas para pretensamente "agradar a Deus".
Não se deve induzir ninguém a praticar o jejum.
Contudo, praticá-lo de forma saudável é um excelente exercício.
Muitos não percebem, mas o principal elemento de qualquer oração é exatamente a comunhão com o Deus-Pai e não as repetições ou o sacrifício de orar de joelhos ou de qualquer outra forma em especial.
Sem comunhão, a oração pode tornar-se totalmente nula.
E a fé somente se manifesta debaixo da comunhão, e não de outra forma qualquer.
Dessa forma, "jejum e oração" para um cristão de verdade tem uma conotação muito mais profunda do que possa parecer.
Cada um deve expulsar os seus próprios "demônios", e não ficar esperando para que alguém o faça em seu lugar.
Cristianismo é prática, e não mera contemplação mística.
O Senhor nos arregimentou para um "exército" forte e vitorioso, do qual Jesus o Cristo é o capitão.
É ele o nosso único oficial superior, já que em tal "exército" não existem outros postos como generais, coronéis, tenentes, sargentos, etc.
Apenas nós os soldados, e Jesus Cristo, o Capitão.
Mesmo que dependamos de tratamentos médicos ou de intervenções cirúrgicas, a fé deve estar em primeiro lugar em nossos corações e em nossas mentes.
Não devemos permitir que pensamentos negativos sequer cheguem perto de nós, quanto mais que façam morada em nossos corações e mentes.
Se não nos curarmos a nós mesmos, será muito mais difícil curar a outros.
Em certas horas estamos com todo o vigor físico, emocional e intelectual.
Em outros momentos estamos com alguma dor de cabeça, cansaço, mal-estar, má disposição, e até mesmo distraídos e desmemoriados.
Isso é normal na vida de cada um de nós, e tem a ver com a necessidade periódica de reposição de energias e nutrientes que são gastos de tempos em tempos.
Existe um método matemático de razoável precisão para determinar quando estaremos bem ou mal dentro de biorritmos físico, emocional e intelectual.
Longe de ser mera crendice, esse método matemático realmente funciona e nos ajuda a detectar precocemente quando serão os nossos períodos ideais e quando serão aqueles contra os quais devemos nos acautelar.
Quando bem usado pode ser de grande valia, especialmente em ambientes corporativos, em locais de trabalho.
Quando mal usado, constitui-se - da mesma forma que o horóscopo, o tarô e outras artes divinatórias - em mais uma prisão das quais já fomos libertos pelo Evangelho das Boas Novas e para as quais estaremos tentando retornar.
Contudo, um bom número de pessoas tende a dar maior ênfase aos períodos normais de deficiência biorrítmica, assumindo um estado patológico perene.
A esse estado de espírito costuma-se chamar de "espírito de enfermidade".
Ele nada tem a ver com o Espírito, ou com uma Alma, mas sim com uma essência sutil, que se manifesta aos poucos e pretende se instalar na mente do ser humano.
Muito pior que o estado de enfermidade, esse "espírito de enfermidade" uma vez instalado, dificulta a cura do estado patológico propriamente dito.
Pessoas que apresentam esse "espírito" de uma forma notória e visível são chamadas de "hipocondríacas".
São reconhecidas pelo fato de conversar apenas sobre suas doenças, acidentes, enfermidades as mais diversas, e de desfilar cicatrizes como se fossem troféus.
Há porém aqueles que nutrem tal "espírito" secretamente, em seu íntimo.
Assim como os espíritos que residiam naquele endemoninhado Gadareno, esse tipo de "espírito" não pode ser doutrinado, e com ele não existe a possibilidade de diálogo.
Para expulsá-los, o Mestre recomenda "jejum e oração".
Vejamos o que significa na prática essa recomendação:
Não se deve fazer jejum apenas por fazer, ou porque alguém disse que "é bom", que "faz bem" ou que "é mandamento".
Nada disso! O jejum traduz-se na busca do domínio sobre o próprio corpo e sobre a mente, e é apenas um exercício, um veículo, uma ferramenta para que o consigamos.
Não se pratica jejum apenas para pretensamente "agradar a Deus".
Não se deve induzir ninguém a praticar o jejum.
Contudo, praticá-lo de forma saudável é um excelente exercício.
Muitos não percebem, mas o principal elemento de qualquer oração é exatamente a comunhão com o Deus-Pai e não as repetições ou o sacrifício de orar de joelhos ou de qualquer outra forma em especial.
Sem comunhão, a oração pode tornar-se totalmente nula.
E a fé somente se manifesta debaixo da comunhão, e não de outra forma qualquer.
Dessa forma, "jejum e oração" para um cristão de verdade tem uma conotação muito mais profunda do que possa parecer.
Cada um deve expulsar os seus próprios "demônios", e não ficar esperando para que alguém o faça em seu lugar.
Cristianismo é prática, e não mera contemplação mística.
O Senhor nos arregimentou para um "exército" forte e vitorioso, do qual Jesus o Cristo é o capitão.
É ele o nosso único oficial superior, já que em tal "exército" não existem outros postos como generais, coronéis, tenentes, sargentos, etc.
Apenas nós os soldados, e Jesus Cristo, o Capitão.
Mesmo que dependamos de tratamentos médicos ou de intervenções cirúrgicas, a fé deve estar em primeiro lugar em nossos corações e em nossas mentes.
Não devemos permitir que pensamentos negativos sequer cheguem perto de nós, quanto mais que façam morada em nossos corações e mentes.
Se não nos curarmos a nós mesmos, será muito mais difícil curar a outros.
A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL - 8a. PARTE
NÃO SÃO CRISTÃS
Não, nem as nações nem as igrejas da cristandade eram, nem são cristãs.
Não são servos de Deus.
A palavra inspirada por Deus diz deles: 'declaram pubicamente que conhecem a Deus, porém suas obras o repudiam, porque são detestáveis e desobedientes, e não-aprovados para boa obra de nenhuma espécie.' (Tito 1:16.)
Jesus indicou que a religião falsa se poderia identificar pelo que produzisse, pelo seu fruto.
Ele disse: 'Guardai-vos dos falsos profetas que vêm até vós em pele de ovelha, mas por dentro são lobos vorazes. Por seus frutos os reconhecerão. Toda árvore boa produz fruto excelente, mas toda árvore podre produz fruto inservível; Uma árvore boa não pode dar fruto inservível, nem pode a árvore podre produzir fruto excelente. Toda árvore que não produz fruto excelente deve ser cortada e lançada ao fogo. Em verdade, pois, por seus frutos serão reconhecidos'. (Mateus 7:15-20.)
Assim é que, por seus ensinamentos e por seus feitos, as religiões da cristandade têm demonstrado que sua afirmação de que crêem na Bíblia, temem a Deus e são cristãs, é uma mentira.
Este artigo prosseguirá, sob o título
"TÊM SIDO INFIÉIS A DEUS E À BÍBLIA"
Não, nem as nações nem as igrejas da cristandade eram, nem são cristãs.
Não são servos de Deus.
A palavra inspirada por Deus diz deles: 'declaram pubicamente que conhecem a Deus, porém suas obras o repudiam, porque são detestáveis e desobedientes, e não-aprovados para boa obra de nenhuma espécie.' (Tito 1:16.)
Jesus indicou que a religião falsa se poderia identificar pelo que produzisse, pelo seu fruto.
Ele disse: 'Guardai-vos dos falsos profetas que vêm até vós em pele de ovelha, mas por dentro são lobos vorazes. Por seus frutos os reconhecerão. Toda árvore boa produz fruto excelente, mas toda árvore podre produz fruto inservível; Uma árvore boa não pode dar fruto inservível, nem pode a árvore podre produzir fruto excelente. Toda árvore que não produz fruto excelente deve ser cortada e lançada ao fogo. Em verdade, pois, por seus frutos serão reconhecidos'. (Mateus 7:15-20.)
Assim é que, por seus ensinamentos e por seus feitos, as religiões da cristandade têm demonstrado que sua afirmação de que crêem na Bíblia, temem a Deus e são cristãs, é uma mentira.
Este artigo prosseguirá, sob o título
"TÊM SIDO INFIÉIS A DEUS E À BÍBLIA"
domingo, 17 de novembro de 2013
A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL - 7a. PARTE
OBRAS ÍMPIAS
Além de ensinar doutrinas falsas, a cristandade por suas ações tem sido infiel a Deus e à Bíblia.
O que o clero e as igrejas tem feito pelos séculos passados, e que continuam a fazer em nosso tempo, é o oposto do que o Deus da Bíblia requer, e o contrário do que o fundador do cristianismo, Jesus Cristo, efetivamente ensinou e fez.
Por exemplo, Jesus ensinou a seus seguidores para que não se imiscuíssem nos assuntos políticos deste mundo nem se envolvessem nas guerras.
Ensinou-lhes também a amar a paz, a respeitar as leis, a amar ao próximo sem demonstrar nenhum prejuízo, inclusive a estar dispostos a sacrificar suas próprias vidas em vez de tirar as vidas de outrem. (João 15:13; Atos 10:34, 35; 1 João 4:20, 21)
Jesus ensinou que o amor ao próximo seria a marca que identificaria os cristãos verdadeiros e que os distinguiria dos falsos, dos que fingiriam sê-lo.
Disse aos que haveriam de seguí-lo: 'Dou a vocês um novo mandamento: Que se amem uns aos outros; assim como eu os amei, que vocês também se amem uns aos outros. Nisto, todos conhecerão que vocês são meus discípulos, se têm amor entre si'. (João 13:34, 35; 15:12.)
Ao contrário dos ensinamentos de Jesus, o clero de ambos os lados tem apoiado a guerra.
Século após século, o clero da cristandade se tem imiscuído na política e tem apoiado as guerras de suas nações, inclusive apoiando simultaneamente lados opostos nas guerras da cristandade, como por exemplo as guerras mundiais do século passado.
Em tais conflitos, tanto o clero de um lado quanto do outro orou pela vitória, de modo que os membros de uma religião de um país matavam os membros dessa mesma religião, de outro país.
Segundo a Bíblia, porém, é assim que operam os filhos de satanás, não de Deus. (1 João 3:10-12, 15.)
Desta forma, ainda que o clero e seus seguidores tenham sempre afirmado ser cristãos, por suas obras têm contradizido os ensinamentos de Jesus Cristo, que disse a seus seguidores que 'colocassem a espada de lado'. (Mateus 26:51, 52.)
Por séculos as igrejas colaboraram com os poderes políticos da cristandade quando esses conquistaram, escravizaram e humilharam a outros povos durante a era do imperialismo.
Foi isso que ocorreu na África durante séculos.
A China experimentou o mesmo quando nações do ocidente criaram à força esferas de influência, como durante as guerras do ópio e da revolta dos boxer.
Nos séculos da história conhecidos como a Idade do Obscurantismo as religiões da cristandade também estiveram na vanguarda da perseguição, da tortura e do assassinato dos que não concordavam com elas.
Durante a Inquisição, que durou centenas de anos, foram autorizadas oficialmente práticas diabólicas como a tortura e o assassinato de pessoas boas e inocentes.
Os responsáveis por tais atos foram infalivelmente o clero e seus seguidores, que afirmavam ser "cristãos".
Até mesmo trataram de suprimir a Bíblia para que as pessoas humildes não pudessem lê-la.
Este artigo prosseguirá, sob o título
"NÃO SÃO CRISTÃS"
Além de ensinar doutrinas falsas, a cristandade por suas ações tem sido infiel a Deus e à Bíblia.
O que o clero e as igrejas tem feito pelos séculos passados, e que continuam a fazer em nosso tempo, é o oposto do que o Deus da Bíblia requer, e o contrário do que o fundador do cristianismo, Jesus Cristo, efetivamente ensinou e fez.
Por exemplo, Jesus ensinou a seus seguidores para que não se imiscuíssem nos assuntos políticos deste mundo nem se envolvessem nas guerras.
Ensinou-lhes também a amar a paz, a respeitar as leis, a amar ao próximo sem demonstrar nenhum prejuízo, inclusive a estar dispostos a sacrificar suas próprias vidas em vez de tirar as vidas de outrem. (João 15:13; Atos 10:34, 35; 1 João 4:20, 21)
Jesus ensinou que o amor ao próximo seria a marca que identificaria os cristãos verdadeiros e que os distinguiria dos falsos, dos que fingiriam sê-lo.
Disse aos que haveriam de seguí-lo: 'Dou a vocês um novo mandamento: Que se amem uns aos outros; assim como eu os amei, que vocês também se amem uns aos outros. Nisto, todos conhecerão que vocês são meus discípulos, se têm amor entre si'. (João 13:34, 35; 15:12.)
Ao contrário dos ensinamentos de Jesus, o clero de ambos os lados tem apoiado a guerra.
Século após século, o clero da cristandade se tem imiscuído na política e tem apoiado as guerras de suas nações, inclusive apoiando simultaneamente lados opostos nas guerras da cristandade, como por exemplo as guerras mundiais do século passado.
Em tais conflitos, tanto o clero de um lado quanto do outro orou pela vitória, de modo que os membros de uma religião de um país matavam os membros dessa mesma religião, de outro país.
Segundo a Bíblia, porém, é assim que operam os filhos de satanás, não de Deus. (1 João 3:10-12, 15.)
Desta forma, ainda que o clero e seus seguidores tenham sempre afirmado ser cristãos, por suas obras têm contradizido os ensinamentos de Jesus Cristo, que disse a seus seguidores que 'colocassem a espada de lado'. (Mateus 26:51, 52.)
Por séculos as igrejas colaboraram com os poderes políticos da cristandade quando esses conquistaram, escravizaram e humilharam a outros povos durante a era do imperialismo.
Foi isso que ocorreu na África durante séculos.
A China experimentou o mesmo quando nações do ocidente criaram à força esferas de influência, como durante as guerras do ópio e da revolta dos boxer.
Nos séculos da história conhecidos como a Idade do Obscurantismo as religiões da cristandade também estiveram na vanguarda da perseguição, da tortura e do assassinato dos que não concordavam com elas.
Durante a Inquisição, que durou centenas de anos, foram autorizadas oficialmente práticas diabólicas como a tortura e o assassinato de pessoas boas e inocentes.
Os responsáveis por tais atos foram infalivelmente o clero e seus seguidores, que afirmavam ser "cristãos".
Até mesmo trataram de suprimir a Bíblia para que as pessoas humildes não pudessem lê-la.
Este artigo prosseguirá, sob o título
"NÃO SÃO CRISTÃS"
domingo, 3 de novembro de 2013
LENDAS E MITOS - 3
Um anjo já nasce anjo.
Ele não é uma alma de alguma pessoa ou de algum animal mortos que se torna em anjo.
Tecnicamente falando, uma criancinha natimorta, por mais inocente que possa ser, não é um anjo nem se torna um.
As crianças são os nossos "anjinhos" de consideração, por assim dizer.
Portanto, que fique bem claro: Anjos ou Devas são seres de natureza espiritual, podendo ser celestes ou não, sem que isto incida em predefinição de que sejam "do bem" ou "do mal".
Têm organização hierárquica própria e são regidos unicamente por seu superior direto, qualquer que seja o seu "escalão".
Os anjos-guardiães (também chamados "anjos da guarda") são em número de 72 e são considerados os pilares do templo de Deus.
São organizados em grupos de 8 em 8, perfazendo 9 diferentes espécies hierárquicas, sendo 3 no primeiro céu, 3 no segundo céu e 3 no terceiro, sendo que cada grupo desses tem seu próprio regente, ao qual se reportam.
Segundo a Angelologia (ciência terrena que busca estudar os anjos e as coisas relacionadas com eles), cada anjo guardião é responsável direto pela regência de 5 dias no ano.
Desta forma temos 72 anjos x 5 dias = 360 dias.
Como o ano tem 365 dias e 1/4, essa diferença é suprida pelos chamados "Gênios de Humanidade".
Isto é o que diz a ciência humana.
A Bíblia, a verdadeira ciência das coisas dos céus, nos diz que ao Senhor Jesus foi dado todo o poder nos céus e na terra.
Dessa forma, toda a Angelologia está igualmente sujeita ao unigênito Filho de Deus.
E se, de acordo com os ensinamentos do Mestre, formos unos com Ele, toda a Angelologia estará igualmente sujeita a nós mesmos!...
A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL - 6a. PARTE
A TRINDADE E A CRISTANDADE
A doutrina trinitária da cristandade apresenta a Deus como uma deidade misteriosa de três pessoas em um só Deus.
Porém este ensinamento tampouco se encontra na Bíblia.
Por exemplo, em Isaías 40:25 Deus diz claramente: 'A quem podem vocês assemelhar-me para que Eu seja feito seu igual?'.
A resposta é óbvia: Nada pode ser igual a Ele.
O salmo 83:18 diz com bastante objetividade: 'Tu, cujo nome é Jeová, tu somente és o Altíssimo sobre toda a terra'. (Vejam-se também isaías 45:5; 4:9; João 5:19; 6:38; 7:16.)
Os ensinamentos da Bíblia sobre Deus e seu propósito são claras, facilmente compreensíveis e são razoáveis.
Porém os ensinamentos das igrejas da cristandade não o são.
E, o que é pior, contradizem o texto bíblico.
Este artigo prosseguirá, sob o título
"OBRAS ÍMPIAS"
A doutrina trinitária da cristandade apresenta a Deus como uma deidade misteriosa de três pessoas em um só Deus.
Porém este ensinamento tampouco se encontra na Bíblia.
Por exemplo, em Isaías 40:25 Deus diz claramente: 'A quem podem vocês assemelhar-me para que Eu seja feito seu igual?'.
A resposta é óbvia: Nada pode ser igual a Ele.
O salmo 83:18 diz com bastante objetividade: 'Tu, cujo nome é Jeová, tu somente és o Altíssimo sobre toda a terra'. (Vejam-se também isaías 45:5; 4:9; João 5:19; 6:38; 7:16.)
Os ensinamentos da Bíblia sobre Deus e seu propósito são claras, facilmente compreensíveis e são razoáveis.
Porém os ensinamentos das igrejas da cristandade não o são.
E, o que é pior, contradizem o texto bíblico.
Este artigo prosseguirá, sob o título
"OBRAS ÍMPIAS"
sábado, 26 de outubro de 2013
A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL - 5a. PARTE
A TRINDADE HINDU
Hoje muitas organizações religiosas, entre elas as igrejas da cristandade, ensinam que os humanos têm uma alma imortal que ao morrer vai para o céu ou para o inferno.
Tal ensinamento não é bíblico.
Ou melhor, a Bíblia diz claramente: 'os vivos têm consciência de que morrerão; porém quanto aos mortos, eles não têm conhecimento de nada em absoluto, porque não há trabalho nem formação de projetos, nem conhecimento, nem sabedoria no Seol, o lugar para onde irás' (Eclesiastes 9:5, 10.)
O salmista deixou expresso que ao morrer o homem 'retorna ao solo; nesse dia verdadeiramente perecem seus pensamentos'. (Salmo 146:4)
Além disso, recordemo-nos de que, quando Adão e Eva infringiram a Lei de Deus, seu castigo não foi a imortalidade.
Aquilo teria sido uma recompensa, e não um castigo.
Melhor ainda, lhes foi dito que 'voltariam para o solo, porque dali haviam sido tomados'.
Deus afirmou a Adão: 'porque tu és pó e ao pó voltarás'. (Gênesis 3:19)
De modo que o ensinamento da imortalidade inerente à alma não se encontra na Bíblia; a cristandade a tomou emprestada de povos pagãos que haviam existido anteriormente.
( Este artigo prosseguirá, sob o título
"A TRINDADE E A CRISTANDADE" )
LENDAS E MITOS - 2
"FEITIÇOS" CONTRA O ANJO DA GUARDA DE OUTRA PESSOA
Pode parecer ingenuidade que alguém possa pensar em agir contra um anjo da guarda (ou anjo-guardião).
Ora, por definição os anjos da guarda são regentes pertinentes ao primeiro, segundo ou terceiro céus, e não estão portanto sujeitos e se "enfraquecer" ou "fortalecer" apenas porque nós humanos assim o desejamos.
A propósito, aquilo que se chama por aí de "feitiço", "mandinga", "bruxaria", "macumba", etc. os que se intitulam "magistas" chamam de "operação".
Toda operação tem um operador e um "subject", que é o agente passivo de uma operação.
No entanto, é bastante comum que pessoas mal-intencionadas cometam esse tipo de erro, realizando ou encomendando "trabalhos" contra o anjo da guarda de Fulano ou de Ciclano.
Essa prática retorna grandes prejuízos de ordem espiritual, e quando faz efeito, não o faz sobre o anjo, mas sobre o "subject" que se afasta ele mesmo do anjo, permitindo influenciar-se pela contraparte correspondente.
Existe uma ciência terrena denominada "Angelologia" a que alguns se referem como "Angeologia" e que supostamente estuda os anjos ou seres dévicos em todos os seus aspectos.
Pode parecer ingenuidade que alguém possa pensar em agir contra um anjo da guarda (ou anjo-guardião).
Ora, por definição os anjos da guarda são regentes pertinentes ao primeiro, segundo ou terceiro céus, e não estão portanto sujeitos e se "enfraquecer" ou "fortalecer" apenas porque nós humanos assim o desejamos.
A propósito, aquilo que se chama por aí de "feitiço", "mandinga", "bruxaria", "macumba", etc. os que se intitulam "magistas" chamam de "operação".
Toda operação tem um operador e um "subject", que é o agente passivo de uma operação.
No entanto, é bastante comum que pessoas mal-intencionadas cometam esse tipo de erro, realizando ou encomendando "trabalhos" contra o anjo da guarda de Fulano ou de Ciclano.
Essa prática retorna grandes prejuízos de ordem espiritual, e quando faz efeito, não o faz sobre o anjo, mas sobre o "subject" que se afasta ele mesmo do anjo, permitindo influenciar-se pela contraparte correspondente.
Existe uma ciência terrena denominada "Angelologia" a que alguns se referem como "Angeologia" e que supostamente estuda os anjos ou seres dévicos em todos os seus aspectos.
terça-feira, 8 de outubro de 2013
A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL - 4a. PARTE
O INFERNO DE DANTE
Por exemplo, analisemos o ensinamento de que as pessoas más serão torturadas para sempre em um inferno de fogo.
Que acha dessa idéia?
Ela repugna a muitos, pois não lhes parece razoável que Deus torture por tempo indefinido a seres humanos, submetendo-os a uma dor insuportável.
Uma idéia tão diabólica quanto essa é contrária ao Deus da Bíblia, pois Deus é amor (1 João 4:8).
A Bíblia diz claramente que tal ensinamento 'nunca havia subido ao coração do Deus todo-poderoso'. (Jeremias 7:31; 19:5; 32:35.)
Este artigo prosseguirá, sob o título
"A TRINDADE HINDU"
Por exemplo, analisemos o ensinamento de que as pessoas más serão torturadas para sempre em um inferno de fogo.
Que acha dessa idéia?
Ela repugna a muitos, pois não lhes parece razoável que Deus torture por tempo indefinido a seres humanos, submetendo-os a uma dor insuportável.
Uma idéia tão diabólica quanto essa é contrária ao Deus da Bíblia, pois Deus é amor (1 João 4:8).
A Bíblia diz claramente que tal ensinamento 'nunca havia subido ao coração do Deus todo-poderoso'. (Jeremias 7:31; 19:5; 32:35.)
Este artigo prosseguirá, sob o título
"A TRINDADE HINDU"
terça-feira, 17 de setembro de 2013
LENDAS E MITOS - 1
MAGIA NEGRA x MAGIA BRANCA
Tecnicamente não há diferença alguma entre magia "branca" e magia "negra", visto que as energias postas em movimento são as mesmas.
O que muda é o enfoque e as formas de abordagem, não o ato em si.
Não entraremos em detalhes aqui no blog.
Seus praticantes e adeptos em geral têm para si uma definição simplista de que a magia "branca" é exercida "para o bem", enquanto a outra é exercida "para o mal".
Muitos praticam tais coisas, pretendendo negar para si próprios que se trata simplesmente de bruxaria ou feitiçaria, e que, conforme está escrito, feiticeiros não herdarão o reino dos céus.
Tecnicamente não há diferença alguma entre magia "branca" e magia "negra", visto que as energias postas em movimento são as mesmas.
O que muda é o enfoque e as formas de abordagem, não o ato em si.
Não entraremos em detalhes aqui no blog.
Seus praticantes e adeptos em geral têm para si uma definição simplista de que a magia "branca" é exercida "para o bem", enquanto a outra é exercida "para o mal".
Muitos praticam tais coisas, pretendendo negar para si próprios que se trata simplesmente de bruxaria ou feitiçaria, e que, conforme está escrito, feiticeiros não herdarão o reino dos céus.
A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL - 3a. PARTE
DOUTRINAS NÃO-BÍBLICAS
As doutrinas fundamentais da cristandade não se baseiam de fato na Bíblia, porém em mitos antigos da Grécia, Egito, Babilônia e outros lugares.
Ensinamentos como a imortalidade inerente da alma humana, o tormento eterno em um inferno de fogo, o purgatório e a Trindade (as três pessoas da Divindade) não são assuntos tratados na Bíblia.
( Esses assuntos são muito polêmicos, devido ao enorme preconceito que nos rodeia. Cada um de nós deve procurar encontrar na própria Bíblia se há menção direta a esses assuntos, ou se eles não são apenas "sugeridos" em virtude de tradições orais, doutrinas e dogmas ).
Este artigo prosseguirá, sob o título
"O INFERNO DE DANTE"
As doutrinas fundamentais da cristandade não se baseiam de fato na Bíblia, porém em mitos antigos da Grécia, Egito, Babilônia e outros lugares.
Ensinamentos como a imortalidade inerente da alma humana, o tormento eterno em um inferno de fogo, o purgatório e a Trindade (as três pessoas da Divindade) não são assuntos tratados na Bíblia.
( Esses assuntos são muito polêmicos, devido ao enorme preconceito que nos rodeia. Cada um de nós deve procurar encontrar na própria Bíblia se há menção direta a esses assuntos, ou se eles não são apenas "sugeridos" em virtude de tradições orais, doutrinas e dogmas ).
Este artigo prosseguirá, sob o título
"O INFERNO DE DANTE"
CONHECIMENTO BÁSICO - 7
O QUE FEZ O SENHOR JESUS DOS TREZE AOS TRINTA ANOS:
A resposta é extremamente simples, porém muitos passam a vida a fazer inúteis especulações a respeito.
Se formos procurar, já houve quem publicasse que ele viajou para o Tibete e para a Tailândia e teria estudado com os monges, outros dizem que ele foi para a Índia e se tornou um "iogue", que pertenceria à seita dos Essênicos, e por aí vai.
Ora, tudo isso é extremamente fácil de afirmar, fácil de demonstrar, mas até agora não houve quem o provasse efetivamente.
Os estudiosos sempre acham "ganchos" nas Escrituras onde se agarrar e daí desenvolver linhas de raciocínio as mais variadas.
Quem já leu Erich Von Däniken, por exemplo, sabe do que estamos falando. ("Será Deus uma máquina?", referindo-se à forma como o maná teria chegado ao deserto, e procurando demonstrar tal especulação através de uma argumentação inteligente).
Mas acontece que o homem-Jesus era um judeu como qualquer outro da sua época, portanto, era instruído na profissão do pai.
Era portanto um carpinteiro, ajudante de José seu pai, e exercia essa profissão.
Não era de forma alguma um vagabundo desocupado como muitos chegam a pensar.
A resposta é extremamente simples, porém muitos passam a vida a fazer inúteis especulações a respeito.
Se formos procurar, já houve quem publicasse que ele viajou para o Tibete e para a Tailândia e teria estudado com os monges, outros dizem que ele foi para a Índia e se tornou um "iogue", que pertenceria à seita dos Essênicos, e por aí vai.
Ora, tudo isso é extremamente fácil de afirmar, fácil de demonstrar, mas até agora não houve quem o provasse efetivamente.
Os estudiosos sempre acham "ganchos" nas Escrituras onde se agarrar e daí desenvolver linhas de raciocínio as mais variadas.
Quem já leu Erich Von Däniken, por exemplo, sabe do que estamos falando. ("Será Deus uma máquina?", referindo-se à forma como o maná teria chegado ao deserto, e procurando demonstrar tal especulação através de uma argumentação inteligente).
Mas acontece que o homem-Jesus era um judeu como qualquer outro da sua época, portanto, era instruído na profissão do pai.
Era portanto um carpinteiro, ajudante de José seu pai, e exercia essa profissão.
Não era de forma alguma um vagabundo desocupado como muitos chegam a pensar.
A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL - 2a. PARTE
A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL A DEUS E À BÍBLIA
Em muitos países se tem evitado ler Bíblia e se tem mostrado grande desrespeito devido à má conduta daqueles que asseguram seguir seus ensinamentos.
Em alguns lugares se diz que a Bíblia promove a guerra, que é um livro do homem branco e que defende o colonialismo.
Porém, esses são pontos de vista equivocados.
A Bíblia, escrita no Oriente Médio, não aprova as guerras coloniais nem a exploração egoísta que por tanto tempo se têm efetuado em nome do cristianismo.
Muito pelo contrário, se lermos a Biblia e aprendermos os ensinamentos do cristianismo verdadeiro como os ensinou Jesus, notaremos que a Bíblia condena firmemente a guerra, a imoralidade e a exploração do próximo.
O problema está em gente egoista, e não na Bíblia. (1 Corintios 13:1-6; Tiago 4:1-3; 5:1-6 1 João 4:7, 8.)
Porisso, não permitamos jamais que a má conduta de pessoas egoístas, que não vivem de acordo com o bom conselho da Bíblia, nos impeçam de beneficiar-nos dos tesouros que esta contém.
Entre os que não vivem em conformidade com o conselho da Bíblia estão os povos e as nações da própria cristandade.
Define-se o termo "cristandade" como o conjunto de países nos quais predomina o cristianismo.
Trata-se principalmente do mundo ocidental com seus sistemas eclesiásticos, os quais se fizeram proeminentes a partir do século IV DC.
Por séculos a fio a cristandade tem possuído a Bíblia, e seu clero afirma ensiná-la e ser os representantes de Deus. Porém:
- O clero e os missionários da cristandade têm ensinado a verdade?
- Demonstram por seus atos que representam a Deus e à Bíblia?
- É certo que o cristianismo predomina no meio da cristandade?
Não! Desde que sua religião alcançou proeminência no século IV, a cristandade tem demonstrado ser inimiga de Deus e da Bíblia.
Sim! A história nos mostra que a cristandade tem sido infiel a Deus e à Bíblia."
Este artigo prosseguirá, sob o título
"DOUTRINAS NÃO-BÍBLICAS"
Em muitos países se tem evitado ler Bíblia e se tem mostrado grande desrespeito devido à má conduta daqueles que asseguram seguir seus ensinamentos.
Em alguns lugares se diz que a Bíblia promove a guerra, que é um livro do homem branco e que defende o colonialismo.
Porém, esses são pontos de vista equivocados.
A Bíblia, escrita no Oriente Médio, não aprova as guerras coloniais nem a exploração egoísta que por tanto tempo se têm efetuado em nome do cristianismo.
Muito pelo contrário, se lermos a Biblia e aprendermos os ensinamentos do cristianismo verdadeiro como os ensinou Jesus, notaremos que a Bíblia condena firmemente a guerra, a imoralidade e a exploração do próximo.
O problema está em gente egoista, e não na Bíblia. (1 Corintios 13:1-6; Tiago 4:1-3; 5:1-6 1 João 4:7, 8.)
Porisso, não permitamos jamais que a má conduta de pessoas egoístas, que não vivem de acordo com o bom conselho da Bíblia, nos impeçam de beneficiar-nos dos tesouros que esta contém.
Entre os que não vivem em conformidade com o conselho da Bíblia estão os povos e as nações da própria cristandade.
Define-se o termo "cristandade" como o conjunto de países nos quais predomina o cristianismo.
Trata-se principalmente do mundo ocidental com seus sistemas eclesiásticos, os quais se fizeram proeminentes a partir do século IV DC.
Por séculos a fio a cristandade tem possuído a Bíblia, e seu clero afirma ensiná-la e ser os representantes de Deus. Porém:
- O clero e os missionários da cristandade têm ensinado a verdade?
- Demonstram por seus atos que representam a Deus e à Bíblia?
- É certo que o cristianismo predomina no meio da cristandade?
Não! Desde que sua religião alcançou proeminência no século IV, a cristandade tem demonstrado ser inimiga de Deus e da Bíblia.
Sim! A história nos mostra que a cristandade tem sido infiel a Deus e à Bíblia."
Este artigo prosseguirá, sob o título
"DOUTRINAS NÃO-BÍBLICAS"
CONHECIMENTO BÁSICO - 6
AFINAL, QUEM FOI "CESAR"?
Essa é uma dúvida comum, visto que em todos os tempos o imperador romano era "César".
Dessa forma, não nos custa esclarecer que TODOS os imperadores romanos eram chamados de César (CAESAR).
César não é um nome próprio, como se pensa, mas um título, que equivale aos termos modernos "Czar" ou "Kaiser" e significa, no final das contas, "Imperador".
Por outro lado, o imperador também era chamado de "Augusto" e portanto a história do império romano está cheia de personagens chamados de "César Augusto" ou ainda "Augusto César", o que tem provocado imensa confusão quando procuramos situar algum acontecimento de forma cronológica.
Augusto não é portanto um nome próprio, mas um adjetivo, equivalente a "grande".
O Cesar Augusto da época em que o Senhor Jesus foi crucificado tinha o nome de Tibério, ou "TIBERIVS AVGVSTVS CAESAR" (Grande Imperador Tibério).
No latim corriqueiro - esse mesmo que originou os idiomas latinos como o Português, o Espanhol, o Italiano, o Francês, etc. - a palavra "césar" tinha essa mesma pronúncia nossa.
Entretanto, segundo a pronúncia restaurada praticada entre os "patrícios" (romanos de linhagem pura) durante o chamado "período clássico" da língua, seria "kâissar", assim como a palavra "rosa" seria "rrôssa", como no italiano moderno.
A propósito, os meses de Julho e Agosto foram acrescentados ao calendário que hoje empregamos, em homenagem específica a Júlio César (JVLIVS CAESAR) e a todos os "Augusto Cesar".
"Nero", que também era um desses "Augustos-Césares", não botou fogo propriamente em Roma, mas nos guetos de Roma.
Isso mesmo: Já havia como que "favelas" naquela época!
Essa é uma dúvida comum, visto que em todos os tempos o imperador romano era "César".
Dessa forma, não nos custa esclarecer que TODOS os imperadores romanos eram chamados de César (CAESAR).
César não é um nome próprio, como se pensa, mas um título, que equivale aos termos modernos "Czar" ou "Kaiser" e significa, no final das contas, "Imperador".
Por outro lado, o imperador também era chamado de "Augusto" e portanto a história do império romano está cheia de personagens chamados de "César Augusto" ou ainda "Augusto César", o que tem provocado imensa confusão quando procuramos situar algum acontecimento de forma cronológica.
Augusto não é portanto um nome próprio, mas um adjetivo, equivalente a "grande".
O Cesar Augusto da época em que o Senhor Jesus foi crucificado tinha o nome de Tibério, ou "TIBERIVS AVGVSTVS CAESAR" (Grande Imperador Tibério).
No latim corriqueiro - esse mesmo que originou os idiomas latinos como o Português, o Espanhol, o Italiano, o Francês, etc. - a palavra "césar" tinha essa mesma pronúncia nossa.
Entretanto, segundo a pronúncia restaurada praticada entre os "patrícios" (romanos de linhagem pura) durante o chamado "período clássico" da língua, seria "kâissar", assim como a palavra "rosa" seria "rrôssa", como no italiano moderno.
A propósito, os meses de Julho e Agosto foram acrescentados ao calendário que hoje empregamos, em homenagem específica a Júlio César (JVLIVS CAESAR) e a todos os "Augusto Cesar".
"Nero", que também era um desses "Augustos-Césares", não botou fogo propriamente em Roma, mas nos guetos de Roma.
Isso mesmo: Já havia como que "favelas" naquela época!
A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL - 1a. PARTE
PREÂMBULO
Vamos dedicar várias postagens (num total de 9) para apresentar este artigo de nosso irmão H. Rodrigues, de New York (USA):
Ele faz afirmações um tanto polêmicas, ainda mais se nos deixarmos contaminar com alguma espécie de "bairrismo" religioso, se pretendermos simplesmente "estar certos" e todas as demais pessoas infalivelmente erradas.
É importante ler todo o texto para depois então ajustarmos o nosso entendimento sobre a matéria proposta.
A argumentação de Rodrigues é consistente e totalmente embasada nas Escrituras, porém em muitas partes seremos surpreendidos por nossos antigos preconceitos religiosos.
O autor afirma com todas as letras que nem Deus nem a Bíblia jamais fracassaram, mas que a "cristandade" de uma forma geral se tem deixado enganar por dogmas e doutrinas religiosos altamente tendenciosos, que em vez de nos aproximar do Deus-Pai, pelo contrário, nos distancia mais ainda de Deus e dos Evangelhos.
Leiamos pois com bastante atenção.
Este artigo prosseguirá, sob o título
"A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL A DEUS E À BÍBLIA"
Vamos dedicar várias postagens (num total de 9) para apresentar este artigo de nosso irmão H. Rodrigues, de New York (USA):
Ele faz afirmações um tanto polêmicas, ainda mais se nos deixarmos contaminar com alguma espécie de "bairrismo" religioso, se pretendermos simplesmente "estar certos" e todas as demais pessoas infalivelmente erradas.
É importante ler todo o texto para depois então ajustarmos o nosso entendimento sobre a matéria proposta.
A argumentação de Rodrigues é consistente e totalmente embasada nas Escrituras, porém em muitas partes seremos surpreendidos por nossos antigos preconceitos religiosos.
O autor afirma com todas as letras que nem Deus nem a Bíblia jamais fracassaram, mas que a "cristandade" de uma forma geral se tem deixado enganar por dogmas e doutrinas religiosos altamente tendenciosos, que em vez de nos aproximar do Deus-Pai, pelo contrário, nos distancia mais ainda de Deus e dos Evangelhos.
Leiamos pois com bastante atenção.
Este artigo prosseguirá, sob o título
"A CRISTANDADE TEM SIDO INFIEL A DEUS E À BÍBLIA"
terça-feira, 10 de setembro de 2013
CONHECIMENTO BÁSICO - 5
SISUDO:
Em Samuel I, Cap. 16 é afirmado que David era "valente e animoso, e homem de guerra, e sisudo em palavras, e de gentil presença".
Muitos entendem "sisudo" como sendo "sério", "carrancudo" ou "de cara amarrada", o que, pela própria descrição acima, seria impossível.
Como é que ele poderia ser carrancudo e, ao mesmo tempo, de gentil presença?
O termo sisudo tem a ver é com os dentes do siso.
Isso mesmo! "Siso" significa "juízo", portanto, os dentes sisos nascem na idade em que o jovem ou a jovem começa a "ter juízo", ou seja, começa a discernir entre o bem e o mal.
Quando tais dentes se manifestam, ocupam um lugar anteriormente vago no fundo da arcada dentária, o que faz com que os jovens intuitivamente façam um exercício de "morder" com esses dentes posteriores, conferindo-lhes um ar um pouco mais compenetrado, sem contudo tirar-lhes a alegria e a jovialidade.
TENTAR:
Está escrito que Deus tentou a Abraão.
Neste contexto significa provocar, chamar, e não que o tenha induzido a nehuma tentação.
Em outro contexto, "tentar" vem de "tento" ou "talento", uma espécie de prenda, brinde ou prêmio que é conferido a alguém por um certo mérito, seja nos jogos de azar (por exemplo, nos carteados) seja em disputas de sorte ou habilidade.
Todavia, essas duas palavras tento e talento não são sinônimos perfeitos.
Os talentos eram geralmente pedras preciosas de bom valor, ao passo que os tentos eram como que marcadores, ou simplesmente representavam algum valor, como o fazem as fichas dos cassinos atuais.
"Tentar", portanto, é acenar para alguém para a possibilidade ou mesmo a certeza de alguém ganhar um "tento" ou um "talento", mediante determinada condição, por exemplo: "SE fizeres isto, ENTÃO ganharás aquilo".
Em Samuel I, Cap. 16 é afirmado que David era "valente e animoso, e homem de guerra, e sisudo em palavras, e de gentil presença".
Muitos entendem "sisudo" como sendo "sério", "carrancudo" ou "de cara amarrada", o que, pela própria descrição acima, seria impossível.
Como é que ele poderia ser carrancudo e, ao mesmo tempo, de gentil presença?
O termo sisudo tem a ver é com os dentes do siso.
Isso mesmo! "Siso" significa "juízo", portanto, os dentes sisos nascem na idade em que o jovem ou a jovem começa a "ter juízo", ou seja, começa a discernir entre o bem e o mal.
Quando tais dentes se manifestam, ocupam um lugar anteriormente vago no fundo da arcada dentária, o que faz com que os jovens intuitivamente façam um exercício de "morder" com esses dentes posteriores, conferindo-lhes um ar um pouco mais compenetrado, sem contudo tirar-lhes a alegria e a jovialidade.
TENTAR:
Está escrito que Deus tentou a Abraão.
Neste contexto significa provocar, chamar, e não que o tenha induzido a nehuma tentação.
Em outro contexto, "tentar" vem de "tento" ou "talento", uma espécie de prenda, brinde ou prêmio que é conferido a alguém por um certo mérito, seja nos jogos de azar (por exemplo, nos carteados) seja em disputas de sorte ou habilidade.
Todavia, essas duas palavras tento e talento não são sinônimos perfeitos.
Os talentos eram geralmente pedras preciosas de bom valor, ao passo que os tentos eram como que marcadores, ou simplesmente representavam algum valor, como o fazem as fichas dos cassinos atuais.
"Tentar", portanto, é acenar para alguém para a possibilidade ou mesmo a certeza de alguém ganhar um "tento" ou um "talento", mediante determinada condição, por exemplo: "SE fizeres isto, ENTÃO ganharás aquilo".
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
O DIREITO DE SER ATEU
Vivemos em um país cujo governo é laico, isto é, cujo comando não sofre influência de nenhum segmento ou filosofia religiosa, e onde, ao mesmo tempo, é permitido a todos os seus cidadãos professarem qualquer credo religioso.
Em "qualquer credo religioso" inclui-se obviamente a não-crença em qualquer religião.
Quem não tem uma religião é comumente chamado "ateu", embora essa designação nem sempre esteja de todo correta, pois o verdadeiro Ateu é simplesmente aquele que não acredita na existência de Deus.
Ser Ateu portanto, implica tão-somente a "não acreditar" na existência de uma forma de divindade que possa reger todo o universo.
Essa descrença se dá a uma série de motivos, todos de foro íntimo, que não merecem nenhuma análise, pois muito poderíamos errar em nossa procura de uma definição genérica.
Cada Ateu exerce seus direitos e prerrogativas de ter conceitos próprios sobre a criação, evolução e manutenção do universo, mas o mais importante é que, sendo um cidadão pleno, tem igualmente o dever de respeitar as opiniões alheias.
E os verdadeiros Ateus o fazem de bom grado, sem titubear.
O grande problema do ateísmo não é o "não acreditar em Deus", mas é a falsa militância atéia.
Não há nada de errado em ser Ateu de forma legítima, porém militar contra qualquer ciência, contra qualquer credo, contra qualquer religião de forma gratuita não é de forma alguma "ser ateu", porém um mero contencioso.
Em geral tais pessoas são até mesmo egressas de lares cristãos contra os quais se voltaram, e passaram a fazer deboche das crenças alheias.
Acham-se no direito de escarnecer e debochar de quem não acompanhe suas filosofias desprovidas de fé ou de razão.
Aquele que se considera Ateu mas guarda intuitivamente os preceitos do Cristo pode não ser um "religioso", mas age rigorosamente como deveria agir um Cristão legítimo.
Aquele que se diz ateu apenas para criticar, ridicularizar, atacar e condenar a sociedade é um falso ateu, e sua militância não é legítima.
Por outro lado, também é descabido que os "religiosos" ataquem os Ateus, sob a presunção de que eles "não tem Deus no coração".
O Deus que professamos sonda os corações, e não a aparência. Portanto, é possível e até mesmo provável que haja algum Ateu que tenha maior merecimento que a maioria dos que se dizem religiosos.
Exercer crítica e julgamento sobre nossos semelhantes não são ações aprovadas pelos ensinamentos do Cristo.
Em "qualquer credo religioso" inclui-se obviamente a não-crença em qualquer religião.
Quem não tem uma religião é comumente chamado "ateu", embora essa designação nem sempre esteja de todo correta, pois o verdadeiro Ateu é simplesmente aquele que não acredita na existência de Deus.
Ser Ateu portanto, implica tão-somente a "não acreditar" na existência de uma forma de divindade que possa reger todo o universo.
Essa descrença se dá a uma série de motivos, todos de foro íntimo, que não merecem nenhuma análise, pois muito poderíamos errar em nossa procura de uma definição genérica.
Cada Ateu exerce seus direitos e prerrogativas de ter conceitos próprios sobre a criação, evolução e manutenção do universo, mas o mais importante é que, sendo um cidadão pleno, tem igualmente o dever de respeitar as opiniões alheias.
E os verdadeiros Ateus o fazem de bom grado, sem titubear.
O grande problema do ateísmo não é o "não acreditar em Deus", mas é a falsa militância atéia.
Não há nada de errado em ser Ateu de forma legítima, porém militar contra qualquer ciência, contra qualquer credo, contra qualquer religião de forma gratuita não é de forma alguma "ser ateu", porém um mero contencioso.
Em geral tais pessoas são até mesmo egressas de lares cristãos contra os quais se voltaram, e passaram a fazer deboche das crenças alheias.
Acham-se no direito de escarnecer e debochar de quem não acompanhe suas filosofias desprovidas de fé ou de razão.
Aquele que se considera Ateu mas guarda intuitivamente os preceitos do Cristo pode não ser um "religioso", mas age rigorosamente como deveria agir um Cristão legítimo.
Aquele que se diz ateu apenas para criticar, ridicularizar, atacar e condenar a sociedade é um falso ateu, e sua militância não é legítima.
Por outro lado, também é descabido que os "religiosos" ataquem os Ateus, sob a presunção de que eles "não tem Deus no coração".
O Deus que professamos sonda os corações, e não a aparência. Portanto, é possível e até mesmo provável que haja algum Ateu que tenha maior merecimento que a maioria dos que se dizem religiosos.
Exercer crítica e julgamento sobre nossos semelhantes não são ações aprovadas pelos ensinamentos do Cristo.
domingo, 4 de agosto de 2013
A EVIDÊNCIA DE NOVAS LÍNGUAS
Há uma certa confusão quando se trata dos assim-chamados "dons de Deus" e da "evidência de novas linguas".
Primariamente, teremos de concordar que todo dom voltado para a prática do bem, da união e da justiça provém certamente de Deus: Um de nós tem o dom de cantar, de tocar um instrumento, outro de ministrar, de ensinar, de apaziguar, de unir, de acalmar, de orientar, de fazer entender, de curar, e assim por diante.
Cada um de nós tem certamente um ou mais dons que a nós foram dados por Deus.
E cada um individualmente tem de granjear os talentos que lhe foram confiados, de forma a que dêem bom rendimento, bom fruto.
Quanto às "novas" linguas, temos de considerar que tais linguas deverão ser novas para nós, e não para nossos ouvintes.
Durante a assembléia de Jerusalém os discípulos falavam em suas próprias linguas de origem, e eram ouvidos pelos diversos estrangeiros como se fosse na linguagem própria de suas nações.
Diferentemente de balbuciarmos palavras ininteligíveis, é daquela forma que se manifesta o verdadeiro dom de falar em "novas" linguas.
O apóstolo Paulo esclarece tal situação, ao explicar que quando houver alguém falando em lingua estranha, que haja intérprete.
Sem um intérprete, não há edificação para a Igreja, pois ninguém entenderá nada, e aquele que pela palavra edifica, estará edificando unicamente a si mesmo.
Ninguém deve ter dúvidas quanto a isso: TODOS NÓS temos dons provenientes de Deus.
Entretanto, alguns desses dons estão propositadamente ocultos, para que não recaia sobre nós nenhuma jactância, para que não pensemos que somos superiores aos demais participantes desta ou daquela igrejas.
Primariamente, teremos de concordar que todo dom voltado para a prática do bem, da união e da justiça provém certamente de Deus: Um de nós tem o dom de cantar, de tocar um instrumento, outro de ministrar, de ensinar, de apaziguar, de unir, de acalmar, de orientar, de fazer entender, de curar, e assim por diante.
Cada um de nós tem certamente um ou mais dons que a nós foram dados por Deus.
E cada um individualmente tem de granjear os talentos que lhe foram confiados, de forma a que dêem bom rendimento, bom fruto.
Quanto às "novas" linguas, temos de considerar que tais linguas deverão ser novas para nós, e não para nossos ouvintes.
Durante a assembléia de Jerusalém os discípulos falavam em suas próprias linguas de origem, e eram ouvidos pelos diversos estrangeiros como se fosse na linguagem própria de suas nações.
Diferentemente de balbuciarmos palavras ininteligíveis, é daquela forma que se manifesta o verdadeiro dom de falar em "novas" linguas.
O apóstolo Paulo esclarece tal situação, ao explicar que quando houver alguém falando em lingua estranha, que haja intérprete.
Sem um intérprete, não há edificação para a Igreja, pois ninguém entenderá nada, e aquele que pela palavra edifica, estará edificando unicamente a si mesmo.
Ninguém deve ter dúvidas quanto a isso: TODOS NÓS temos dons provenientes de Deus.
Entretanto, alguns desses dons estão propositadamente ocultos, para que não recaia sobre nós nenhuma jactância, para que não pensemos que somos superiores aos demais participantes desta ou daquela igrejas.
terça-feira, 23 de julho de 2013
CONHECIMENTO BÁSICO - 4
LÁZARO:
Por incrível que pareça, este não é (pelo menos não era) um nome próprio.
Era um apelido dado às pessoas leprosas, que apresentavam chagas ou feridas, mais propriamente as pessoas desafortunadas em virtude de tal espécie de enfermidade.
Esta palavra surgiu na Bíblia em decorrência da tradução para o latim e posteriormente para o italiano - "il azzaro", "o feridento".
Modernamente, este mesmo termo designa uma pessoa preguiçosa, improdutiva.
Naquele tempo, quem tivesse um traço peculiar, ou defeito físico, ou profissão etc. que fizesse alguma distinção sobre as demais pessoas, ficava sendo conhecida por um apelido.
Simão Pedro, por exemplo, era "Cefas" (Cabeção), pois tinha a cabeça arredondada como uma pedra.
Por isso era também conhecido como Pedro (PETRVS), por causa da tal pedra.
A Bíblia trata os apelidos como "sobrenomes".
Assim, muitos nomes hebraicos foram eventualmente mudados para seus nem sempre correspondentes nomes gregos ou latinos, a exemplo do que aconteceu na Babilônia com Daniel e seus amigos).
Dessa forma, havia o "Fulano perneta", o "Ciclano caolho", o "Beltrano pescador", e assim por diante.
Da mesma forma, Simão Lázaro (ou Simão Leproso), irmão de Maria e Marta, morador da aldeia de Betânia, e que anteriormente havia sido curado pelo Senhor Jesus.
Percebe-se que o evangelista João não sabia o seu nome, pois se referiu a ele como "um certo lázaro", o que, por ser um apelido, foi corretamente grafado com inicial maiúscula.
Algumas palavras associadas a lázaro (l'azzaro): Em Português "azar" (má sorte) e em Inglês "hazard" (risco, perigo).
PROVOCAR:
Chamar, clamar, chamar à atenção para algum fato.
Palavra derivada do latim pro+vocare (a favor)+(usar a voz).
domingo, 21 de julho de 2013
QUAL A IGREJA CERTA?
Se fôssemos responder a essa pergunta sob o ponto de vista moldado por algum doutorado ou algum ministério formal, poderíamos facilmente apontar essa ou aquela, ou ainda incluir e excluir grupos de igrejas, segundo a nossa ótica humana.
Porém, se nos espelharmos unicamente em Cristo e não em seus evangelistas e ministros, constataremos que não existe uma "receita de bolo" para determinar se uma igreja é "certa" ou se é "errada", pois erros e acertos existem em toda parte.
Se prestarmos atenção aos textos dos evangelistas iremos perceber determinadas particularidades que talvez não fossem desejadas, tais como preconceitos, receios, etc.
Nota-se que prevalece nas igrejas um certo "mix" de influências pessoais em cima de preceitos já existentes tanto no Novo quanto no Velho Testamentos.
Junto com as influências acontecem as interpretações de cunho pessoal, que influenciarão grandemente a doutrina dessas mesmas igrejas.
Esse é um fenômeno com o qual temos de conviver.
Porém, devemos nos empenhar em não construir dissidências, mas buscar um entendimento pessoal cada vez melhor, debaixo da guia perfeita do Espirito Santo consolador.
É extremamente fácil, porém inconseqüente, considerarmos a NOSSA igreja como sendo aquela que é infalível, ainda mais em detrimento das demais.
A igreja certa, portanto, será aquela na qual se sente vivamente a presença de Deus.
Isso é coisa de foro íntimo.
De qualquer forma, temos de tomar cuidado para que sejamos cristãos PRATICANTES, isto é, vivamos sob a guia do Evangelho das boas-novas e não mais sob ordenanças que já falharam no passado.
Naquela época, havia os assim-chamados "doutores da lei", em sua maioria exercendo um ministério vazio e carente de propósito.
Não sejamos nós portanto "doutores da Graça".
Nossas Faculdades e nossos Seminários nos concedem solenemente títulos terrenos, mas somente o Pai nos concede algum título celestial.
É bom nos lembrarmos disso.
Porém, se nos espelharmos unicamente em Cristo e não em seus evangelistas e ministros, constataremos que não existe uma "receita de bolo" para determinar se uma igreja é "certa" ou se é "errada", pois erros e acertos existem em toda parte.
Se prestarmos atenção aos textos dos evangelistas iremos perceber determinadas particularidades que talvez não fossem desejadas, tais como preconceitos, receios, etc.
Nota-se que prevalece nas igrejas um certo "mix" de influências pessoais em cima de preceitos já existentes tanto no Novo quanto no Velho Testamentos.
Junto com as influências acontecem as interpretações de cunho pessoal, que influenciarão grandemente a doutrina dessas mesmas igrejas.
Esse é um fenômeno com o qual temos de conviver.
Porém, devemos nos empenhar em não construir dissidências, mas buscar um entendimento pessoal cada vez melhor, debaixo da guia perfeita do Espirito Santo consolador.
É extremamente fácil, porém inconseqüente, considerarmos a NOSSA igreja como sendo aquela que é infalível, ainda mais em detrimento das demais.
A igreja certa, portanto, será aquela na qual se sente vivamente a presença de Deus.
Isso é coisa de foro íntimo.
De qualquer forma, temos de tomar cuidado para que sejamos cristãos PRATICANTES, isto é, vivamos sob a guia do Evangelho das boas-novas e não mais sob ordenanças que já falharam no passado.
Naquela época, havia os assim-chamados "doutores da lei", em sua maioria exercendo um ministério vazio e carente de propósito.
Não sejamos nós portanto "doutores da Graça".
Nossas Faculdades e nossos Seminários nos concedem solenemente títulos terrenos, mas somente o Pai nos concede algum título celestial.
É bom nos lembrarmos disso.
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